Eu li hoje, e foi inspiração para voltar à internet, o texto da Martha Medeiros "Veteranos de guerra" (Zero Hora, caderno Donna, p.22, 03 abr. 2011). Abri o jornal com preguiça, confesso, e passei os olhos no que achava mais interessante e rápido no momento; nem ia ler a coluna dela, mas aí grudei os olhos no trecho "Depois de uma certa idade, somos todos veteranos de alguma relação amorosa que deixou cicatrizes".
No texto ela analisa vários tipos de "sobreviventes" do amor e relata brevemente o perfil de cada um deles, seus embates e suas marcas. E, também, as posturas que assumimos diante da luta e da possibilidade de derrota. Digo possibilidade, porque nem todos experimentaram a derrota propriamente dita. Alguns de nós, na verdade, ao invés de vencidos, significamos a decepção de outros; ou seja, fizemos do outro o derrotado.
Penso, até, que somos as duas faces: vencedor e vencido. Basta que façamos essa análise com profundidade. De qualquer forma, vale a pena tirar um tempinho para nos descobrimos nos perfis descritos. Então, recomendo a leitura!
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